Durante a ação, carneiros receberam brincos com códigos de barra para identificação precisa. Por meio desses códigos, será possível obter referências sobre local de nascimento, de criação, data de vacinação e de abate. Os dados, contidos nos lotes adquiridos pelos criadores e repassados para os produtos, poderão ser visualizados por qualquer pessoa com acesso à internet.
Em Alagoas, 200 participantes do Arranjo Produtivo Local (APL) Ovinocaprinocultura já aderiram ao programa, cadastrando cerca de 9 mil animais. De acordo com Henrique Soares, analista de Atendimento Coletivo Agronegócios do Sebrae em Alagoas, em breve o consumidor conhecerá toda a cadeia produtiva do alimento. “A previsão é de que em dois anos esse processo seja totalmente informatizado e que em vez de brincos se coloquem chips nos animais. Esperamos identificar 18 mil ovinos em todo o estado”, conta Henrique.
O programa é uma parceria entre o governo de Alagoas, por meio da Agência de Fomento Desenvolve, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Sebrae em Alagoas e Cooperativa de Agricultores Familiares de Delmiro Gouveia (Coofadel).
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